<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Revista Paróquias</title>
	<atom:link href="http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws</link>
	<description>Só mais um site WordPress</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 May 2012 19:50:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Mundo virtual</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3539</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3539#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet e Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3539</guid>
		<description><![CDATA[As redes sociais estão em contínua expansão no Brasil e no mundo.    Atualmente elas constituem uma das estratégias mais utilizadas pela sociedade para o compartilhamento da informação e do conhecimento. Hoje, é comum ouvirmos falar em “posts” (mensagem dentro de um tópico) “tweets” (mensagens enviadas pelo Twitter) e “scraps” (mesma coisa que recado ou bilhetinho). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão das redes sociais no Brasil e no mundo</p>
<p>POR ROSEMAY DE ROSS</p>
<p>As redes sociais estão em contínua expansão no Brasil e no mundo.    Atualmente elas constituem uma das estratégias mais utilizadas pela sociedade para o compartilhamento da informação e do conhecimento. Hoje, é comum ouvirmos falar em “posts” (mensagem dentro de um tópico) “tweets” (mensagens enviadas pelo Twitter) e “scraps” (mesma coisa que recado ou bilhetinho). E logo nos perguntamos: Mas o que são as redes sociais e para que servem?<br />
       De modo simples podemos dizer que as redes sociais são meios que as pessoas usam para se conectarem através da internet com pessoas de várias partes do mundo, criando grupos que compartilham os mesmos interesses e gostos de forma rápida e prática. Geralmente as redes sociais funcionam com base em perfis de usuário, onde as pessoas mostram seus interesses, gostos, hobbies, escolaridade, profissão, e ainda postam fotos, textos e vídeos.<br />
    Em questão de redes sociais, o Brasil é considerado um dos países mais sociáveis do mundo. Segundo pesquisas, cerca de 80% dos internautas brasileiros participam de redes sociais e as classes menos favorecidas utilizam lan houses para se manterem conectadas. As redes sociais mais utilizadas no país são o  Facebook, Orkut, Sonico, MySpace, Linkedin, Via6, Twitter, Hi5, e Habbo. Elas são utilizadas de formas diferentes pelas pessoas: alguns usam as redes sociais para fazer novas amizades e marcar encontros, outros para interagir com amigos e localizar parentes, outros ainda, para espionar e saber sobre a vida alheia, e há os que as usam exclusivamente para contatos profissionais.<br />
       Muitas escolas usam as redes sociais e até criam sites próprios para conectar alunos e professores. No mundo corporativo grande parte das empresas utiliza as redes sociais como ferramenta de comunicação com clientes. A rede social mais utilizada neste meio é o Twitter, por ser uma ferramenta que demanda menos esforço de atualização. As redes sociais são vistas por muitas empresas como um canal complementar ou um meio de comunicação muito importante, mas não fundamental. Isso acontece porque a utilização destas ferramentas ainda é uma estratégia de testes e as empresas buscam entender como elas podem agregar valor ao seu negócio. Igrejas, artistas, ONGs dentre tantos outros, também estão fazendo uso desta tecnologia, e nos seus sites são divulgadas suas páginas de redes sociais, que visam a divulgação de seus trabalhos.<br />
       As redes sociais trouxeram grandes benefícios para a humanidade, mas por outro lado, vemos que a exposição das pessoas nas redes sociais não para de crescer e por isso alguns cuidados são fundamentais ao usá-las:<br />
1. Cuidado ao postar fotos. As fotos podem ser coladas, modificadas e utilizadas por pessoas irresponsáveis, vindo a acarretar prejuízos à sua imagem;<br />
2. Todo cuidado é pouco ao abrir links e mensagens, pois elas podem conter vírus;<br />
3. Evite colocar muitas informações pessoais, sobretudo endereços, números de telefones, conta bancária, local de trabalho, local de estudo, há muitos golpistas que podem utilizar seus dados para tentar roubá-lo ou enganá-lo.<br />
4. Se você participar de grupos, verifique se os tópicos em discussão não ferem a lei e se for necessário denuncie.</p>
<p>No mundo virtual, como no mundo real, é necessário preservar a própria privacidade. A maioria das redes sociais oferece acesso restrito para as publicações. Este é um bom caminho para usá-las com liberdade e sem exposição do que deveria ser privativo.</p>
<p><strong>Rosemary de Ross</strong> é formada em Letras e cursou Teologia para Leigos.Reside em Pato Branco – Paraná. Impelida pelo desejo de evangelizar por meio da linguagem escrita, elaborou estes dois livros e por meio de suas mensagens, espera ajudar as pessoas a reencontrarem a paz , a alegria e a  esperança.<br />
Livros: “Uma mensagem por dia, o ano todo” (Paulinas Editora) e “Mensagens e orações para diversas situações do dia a dia” (Paulinas Editora).É colaboradora de diversos sites, blogs, jornais e revistas do país.<br />
<strong>Site:</strong> www.rosemaryross.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3539</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O líder confiante</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3523</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3523#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 20:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Pastoral da Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3523</guid>
		<description><![CDATA[Acredite em sua visão e exercite o seu olhar. Não tenha receio de proferir profecias, nem seja tímido em confirmar seus diagnósticos por meio de pesquisas. Saiba que outros estão vendo a parte que você não vê. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aposte em sua determinação e tenha resultados eficientes</p>
<p> POR PE. JOÃO CARLOS DE ALMEIDA, SCJ</p>
<p> <em>Mesmo que eu tivesse o dom da profecia,</em></p>
<p><em>e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência;</em></p>
<p><em>mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas,</em></p>
<p><em>se não tiver o amor, não sou nada. </em></p>
<p> Acredite em sua visão e exercite o seu olhar. Não tenha receio de proferir profecias, nem seja tímido em confirmar seus diagnósticos por meio de pesquisas. Saiba que outros estão vendo a parte que você não vê. Volte à lição número um (o líder comunicativo) e pergunte ao outro o que ele está vendo. Assim, sua visão será mais completa. Tenha um tempo para você. Saiba que as grandes intuições nascem do ócio criativo. É bom ter um rito para isso, ou melhor, um ritmo, que inclui um tempo e lugar predeterminados. Seja uma pessoa de fé. Acredite que subir ao monte pode dar certo e até ser um bom negócio. Pense nisso antes de investir aquele final de semana no estresse do litoral. </p>
<p><strong>TESTE  SEU GRAU DE CONFIANÇA</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="584">
<tbody>
<tr>
<td width="196" valign="top"> </td>
<td width="66" valign="top">sempre</td>
<td width="76" valign="top">às vezes</td>
<td width="85" valign="top">raramente</td>
<td width="76" valign="top">nunca</td>
<td width="85" valign="top">total</td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">1. Você vê oportunidades que outros não vêem?</td>
<td width="66" valign="top">10</td>
<td width="76" valign="top">8</td>
<td width="85" valign="top">4</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">2. Consegue transmitir sua visão em palavras e ações?</td>
<td width="66" valign="top">10</td>
<td width="76" valign="top">8</td>
<td width="85" valign="top">4</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">3. É perseverante em perseguir as metas que visualizou?<strong></strong></td>
<td width="66" valign="top">10</td>
<td width="76" valign="top">8</td>
<td width="85" valign="top">4</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">4. As pessoas costumam seguir você em suas intuições?</td>
<td width="66" valign="top">8</td>
<td width="76" valign="top">6</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">5. Você acredita que é possível concretizar seus sonhos?</td>
<td width="66" valign="top">8</td>
<td width="76" valign="top">6</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">6. Utiliza os meios científicos para medir probabilidades e tendências?</td>
<td width="66" valign="top">8</td>
<td width="76" valign="top">6</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">7. Você costuma assumir riscos?</td>
<td width="66" valign="top">8</td>
<td width="76" valign="top">6</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">8. Você tem iniciativas inéditas?</td>
<td width="66" valign="top">   6</td>
<td width="76" valign="top">4</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">9. Confia nas pessoas a quem delega tarefas?</td>
<td width="66" valign="top">6</td>
<td width="76" valign="top">4</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">10. Você pratica a meditação com alguma regularidade?</td>
<td width="66" valign="top">6</td>
<td width="76" valign="top">4</td>
<td width="85" valign="top">2</td>
<td width="76" valign="top">0</td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top"> </td>
<td width="66" valign="top"> </td>
<td width="76" valign="top"> </td>
<td width="85" valign="top"> </td>
<td width="76" valign="top"> </td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="196" valign="top">TOTAL GERAL</td>
<td width="66" valign="top"><strong>&#8212;</strong></td>
<td width="76" valign="top"><strong>&#8212;-</strong></td>
<td width="85" valign="top"><strong>&#8212;-</strong></td>
<td width="76" valign="top"><strong>&#8212;-</strong></td>
<td width="85" valign="top"><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> AVALIE SEUS RESULTADOS</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="593">
<tbody>
<tr>
<td width="70" valign="top"><strong>Nível 1</strong></td>
<td width="125" valign="top">00 a 30 pontos</td>
<td width="399" valign="top"><strong>Regular</strong>. Você ainda não adquiriu esta virtude. Precisa reunir as energias necessárias para dar o primeiro passo.</td>
</tr>
<tr>
<td width="70" valign="top"><strong>Nível 2</strong></td>
<td width="125" valign="top">31 a 60 pontos</td>
<td width="399" valign="top"><strong>Bom</strong>. Você já deu o primeiro passo. Mas ainda está no nível dos atos isolados. Precisa exercitar mais para ser virtuoso.</td>
</tr>
<tr>
<td width="70" valign="top"><strong>Nível 3</strong></td>
<td width="125" valign="top">61 a 70 pontos</td>
<td width="399" valign="top"><strong>Ótimo</strong>. Você está no caminho certo. É um líder virtuoso. Com um pouco mais de esforço pode chegar à excelência.</td>
</tr>
<tr>
<td width="70" valign="top"><strong>Nível 4</strong></td>
<td width="125" valign="top">71 a 80 pontos</td>
<td width="399" valign="top"><strong>Excelente</strong>. Você tem esta virtude incorporada ao seu quotidiano e tem tudo para ser um grande líder!</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> Texto extraído do livro:</p>
<p><em>As Sete Virtudes do Líder Amoroso, </em></p>
<p><em>Pe. Joãozinho, SCJ (João Carlos de Almeida)</em></p>
<p>Para adquirir a obra: http://editora.cancaonova.com</p>
<p> <strong>João Carlos Almeida</strong> é Sacerdote da Congregação do Sagrado Coração de Jesus (SCJ). Doutor em Teologia, Educação e Espiritualidade. É Professor e Diretor Geral da Faculdade Dehoniana, em Taubaté-SP. Autor de vários livros publicados pela Editora Canção Nova, Loyola.</p>
<p><strong>Contato para cursos e palestras</strong>: <a href="mailto:padrejoaozinho@gmail.com">padrejoaozinho@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3523</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bons modos do executivo</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3504</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3504#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 15:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Formação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3504</guid>
		<description><![CDATA[Professora Margareth Bianchini assina, dentre outros 19 autores, um artigo sobre Etiqueta Corporativa. Mestre em Ciências da Comunicação pela USP e Doutora em Administração, pela Florida Christian University - USA, a professora vem sendo solicitada, cada vez mais, a falar sobre postura e convívio em ambientes corporativos, o que para ela, no começo, foi uma surpresa.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A teoria e a experiência nem sempre andam juntas, mas é justamente para servir de elo entre essas duas situações que o livro “Administração de Organizações Complexas”, publicado pela editora QualityMark (RJ),  no final de 2009, foi elaborado. Professora Margareth Bianchini assina, dentre outros 19 autores, um artigo sobre Etiqueta Corporativa. Mestre em Ciências da Comunicação pela USP e Doutora em Administração, pela Florida Christian University &#8211; USA, a professora vem sendo solicitada, cada vez mais, a falar sobre postura e convívio em ambientes corporativos, o que para ela, no começo, foi uma surpresa.</em></p>
<p>DA REDAÇÃO</p>
<p><em> </em><strong>Explique o motivo de sua surpresa, em relação ao interesse das pessoas em discutir “etiqueta” no contexto das empresas.</strong></p>
<p> <em>Percebo que cada vez mais gente jovem assume cargos e funções onde os padrões de exigência não faziam parte da rotina. O jovem investe em formação, é precoce no exercício de funções que antes eram próprias de pessoas mais velhas, cuja experiência de vida já lhes tinha propiciado o aprendizado. Sair da irreverência da juventude, direto e reto para um cargo estratégico em uma empresa de grande porte, é uma história cada vez mais recorrente no meio corporativo</em>.</p>
<p> <strong>Quando a senhora teve essa percepção?</strong></p>
<p> <em>Desde que iniciei meu doutorado, em meio ao ambiente acadêmico, venho recebendo solicitações de artigos e palestras com esta temática. Confesso que nem era minha área de interesse, mas quando comecei a analisar o contexto, vi que poderia contribuir bastante para essa nova demanda.</em></p>
<p> <strong>Para quem o livro foi escrito?</strong></p>
<p> <em>O livro é como uma bússola capaz de orientar administradores, gestores e profissionais a conduzirem suas organizações a um porto seguro, oferecendo-lhes sempre alternativas para enfrentar a incerteza e os mais complexos desafios do mundo corporativo</em>. <em>Todos os artigos são voltados para o executivo, mas também devem ser muito úteis para as lideranças, para aqueles que têm de servir de referência ao jovem executivo. E o fator que considero de maior relevância, no livro e na experiência de consultoria, é que os aspectos comportamentais e pessoais hoje são abraçados pelos preceitos da administração, já que não podemos desenvolver processos organizacionais eficientes dissociados das pessoas. Isso soa óbvio, não</em>?</p>
<p> <strong>Quais são as questões mais prementes abordadas no livro?</strong><strong></strong></p>
<p> <em>O livro está dividido em seis partes que correspondem às variáveis básicas da Teoria Geral da Administração: o gestor, pessoas, processos (tarefas), estrutura, tecnologia e ambiente. O que, de certo modo, facilita a utilização da obra ,e principalmente, o processo decisório do gestor</em>. <em>A questão da comunicação, para mim, é a mais premente, no sentido de que os novos recursos eletrônicos são uma ‘novidade’ de pouco mais de uma década. Considero ser imperioso estabelecer alguns parâmetros de eficiência para a comunicação funcionar a contento. Pode parecer incrível, mas ainda não atingimos um bom termo quando analisamos os comportamentos que muitas pessoas têm com esse recurso de comunicação. Precisamos imaginar que o entendimento que eu tenho precisa ser o entendimento do outro. As mensagens de cada um têm de ser simples como a luz do dia, óbvias como os ponteiros de um relógio. Não podemos imaginar que a pessoa para quem nos reportamos entenderá a nossa mensagem com a nossa percepção. </em></p>
<p> <strong>Em seu artigo, a senhora fala dos modelos de comunicação verticais e horizontais. Como é isso?</strong></p>
<p> <em>As organizações valorizam as comunicações verticais, ou seja, as que os “chefes” passam aos seus funcionários informações técnicas, mas as comunicações mais valorizadas são as horizontalizadas, que é onde ocorrem os contatos interpessoais. Poucos colaboradores estão dispostos a transpor portas para dizer algo sobre processos incorretos ou ineficientes, ou até dar alguma sugestão onde ele, por experiência, enxerga melhor. A maioria dos colabores aprendeu a ouvir e a dizer ao superior somente o que ele pretende ouvir. Embora isso já não aconteça com a famosa geração “y”, é neste exato momento que entra a etiqueta corporativa. O colaborador tem de ter a percepção de atrair os funcionários para a confiança dele</em>.</p>
<p><em> </em><strong>Onde estão os maiores gargalos da comunicação<em>?</em></strong></p>
<p> <em>O maior gargalo é o tempo! Vivemos na velocidade da internet e com isso fazemos tudo com muita rapidez e com muito descarte, porque o tempo é imperioso. Na hora de escrever um e-mail abrimos flancos de comunicação, movidos por uma pressa não produtiva. A mensagem chega truncada ao nosso interlocutor e a gente gastou tempo eficiente com uma mensagem vã. Valeu a pena? Outra coisa que sinto falta das pessoas se falarem ao vivo, mesmo. Parece que ficou tudo tão esquematizado ou burocratizado por um e-mail que gera um protocolo eletrônico e isso, muitas vezes, exime de responsabilidade aquele que enviou a mensagem. Não podemos nos aprisionar e nem burocratizar nossas relações de trabalho diárias. O tempo deve ser usado a nosso favor e a tecnologia, tal como os modelos de gestão, deve favorecer essas relações</em>.</p>
<p> <strong>E os trajes? A roupa ainda “faz um monge” no ambiente corporativo?</strong></p>
<p> <em>Esse é um aspecto que, creio, vai demorar muito para cair em desuso. Por mais que haja um discurso de que o importante é o conteúdo, que o valor das pessoas está em suas atitudes e em seu trabalho, cria-se uma barreira entre ela e seu público, se há limitações estéticas, como por exemplo, um cabelo sem corte ou uma barba por fazer, no caso dos homens, e um cabelo sem corte ou com a tintura vencida, no caso das mulheres. Imagine-se sendo recebido em uma secretaria ou recepção por uma pessoa, por exemplo, cujas unhas não estão aparadas ou limpas! A porta de entrada, seja de uma paróquia, biblioteca, loja ou qualquer atendimento ao público, é aquela pessoa que está ali, recebendo as pessoas que vieram até ela por algum motivo que consideram importante. Por isso, no artigo, recomendo que </em><em>para cada ambiente devemos escolher uma “embalagem” apropriada. Da mesma forma como você não iria andar de barco usando terno e gravata. A roupa adequada é aquela em que você se sente melhor, dentro dos “parâmetros” das pessoas que trabalham na mesma empresa. Se ninguém utiliza tênis, não há por que você iniciar esse processo</em>.</p>
<p><strong>A senhora pode relacionar 10 procedimentos corporativos que são válidos para qualquer situação e que podem ser adotados por qualquer pessoa que trabalhe? </strong></p>
<p> <em>O primeiro procedimento que deve ser adotado independente da empresa que se esteja atuando é o <span style="text-decoration: underline;">respeito</span>. Seja ele ao superior, ao cliente ou ao colega de trabalho, ele é imprescindível e não pode faltar nas atitudes.</em></p>
<p> <strong>Atitudes pró-ativas</strong>: quando se tem um problema é importante buscar meios de solucioná-lo, não criando outros problemas.</p>
<p> <strong>Maledicências</strong>: use o verbo de forma positiva, fale sobre novas ideias. Não perca tempo com conversas inúteis.</p>
<p> <strong>Bom senso: </strong>use sem moderação, seja no atendimento às pessoas, seja em saber a hora de entrar na sala do chefe ou até mesmo, se aquela hora é apropriada para levantar um assunto desagradável.</p>
<p> <strong>Comunicação: </strong>cuide de suas expressões e refine-as. Tanto no aspecto interpessoal, ou seja, com um colaborador, com um cliente ou até com o superior. Isso quer dizer, seja paciente, respire e amenize o tom da sua voz.</p>
<p> <strong>Resiliência:</strong> é o cultivo do equilíbrio. Não dê escala a uma atitude grosseira do colega. Responda com docilidade e transponha as rusgas.</p>
<p><strong>Paciência:</strong> nem sempre as coisas acontecem no tempo que queremos, o importante é administrar os impactos dos atrasos, que podem ser dos materiais de fornecedores ou de pessoas.</p>
<p><strong>Retorno:</strong> fornecedores, clientes e superiores que lhe pediram um orçamento, lhe enviaram uma proposta ou solicitaram uma informação merecem ser respondidos. Pense que  amanhã não sabemos de que lado estaremos.</p>
<p><strong>Responsabilidade:</strong> tenham claro quais são as suas responsabilidades e não deixe para outros trabalhos interminados ou mal feitos. Não tente jogar a culpa no próximo, mesmo que o erro não seja seu. Erros precisam ser consertados, se houver essa possibilidade. Assuma suas responsabilidades e se você errou que sirva para seu  crescimento pessoal e profissional.</p>
<p> <strong>Percepção:</strong> todo colaborador deve ter uma percepção apurada, com isso, ele perceberá qual é o código de comunicação da empresa, se é formal, por exemplo, ele saberá utilizar as roupas, linguagem e ter comportamentos adequados ao ambiente organizacional.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3504</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vida nova em Cristo</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3493</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3493#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 19:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[catequese]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3493</guid>
		<description><![CDATA[A semana santa para os cristãos é uma grande oportunidade de aprofundar o mistério pascal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada dia da semana é um fato a ser recordado e atualizado</p>
<p>POR. CÔN. EDSON ORIOLO</p>
<p>Aproximam-se os feriados. Com a semana santa iminente salientam-se duas categorias de pessoas. Aquelas que permanecem em suas cidades por motivos diversos e as que vêem esses dias como uma oportunidade imperdível para realizarem viagens, irem à praia, colônia de férias e mil outras opções de diversão.</p>
<p>Para quem pode, paira uma excitação no ar: a corrida ao supermercado, o carro abastecido, dias felizes na praia, no sítio ou na casa dos familiares. Para os que ficam o mais importante é curtir a vida, aproveitar e entregar ao ócio do feriado.</p>
<p>No entanto, somos a maioria cristãos. Cristãos avulsos, sem vínculos paroquiais ou comunitários. A semana santa para os cristãos é uma grande oportunidade de aprofundar o mistério pascal. Neste feriado ou nesta miniférias de abril vamos encaixar na nossa agenda os fatos históricos celebrados pela Igreja na semana santa e compreender o sentido e a teologia desta semana que nós chamamos de Santa.</p>
<p>A tradição do povo quis recordar os últimos acontecimentos históricos de Jesus de Nazaré. Não se trata apenas de recordar fatos passados, mas de um memorial que deve ser atualizado pelos fiéis. A semana santa é o encontro com Cristo-Ressuscitado; nas celebrações litúrgicas, na sua palavra e na pessoa dos irmãos da comunidade. As celebrações religiosas são a recordação dos últimos acontecimentos da vida terrestre de Jesus de Nazaré. Cada dia da semana é um fato a ser recordado e atualizado.</p>
<p>Trata-se da celebração do mistério Pascal na sua globalidade, sem fragmentação, embora cada dia seja dedicado a um dos aspectos particulares. Havia e ainda há o perigo de romper a unidade do mistério, separando excessivamente a celebração da morte da celebração da eucaristia. A leitura de episódios dos evangelhos pode ter uma repercussão nefasta sobre o total da celebração litúrgica e na vida de cada um de nós.</p>
<p>A liturgia da Semana Santa não é um simples jogo de representação teatral, mas atualização no mistério Pascal que não pode ser fragmentado.</p>
<p>Vamos neste período celebrar o mistério pascal e dar um sentido místico e muito proveitoso ao feriado.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Côn. Edson Oriolo</strong> é Mestre em Filosofia Social, Especialista em Marketing, Pós- Graduado em Gestão Estratégias de Pessoas, Professor na Faculdade Arautos do Evangelho e Pároco da Catedral Metropolitana de Pouso Alegre/MG, Membro do Conselho de Conteúdo da Revista Paróquias &amp; Casas Religiosas.</p>
<p><strong>Contato: </strong><a href="mailto:edsonoriolo@uol.com.br">edsonoriolo@uol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3493</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vida Consagrada</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3483</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3483#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 21:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[evangelização]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3483</guid>
		<description><![CDATA[Como um luzeiro no alto de uma montanha, brilha para nós a comunidade dos primeiros cristãos de Jerusalém. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Testemunhe uma espiritualidade orante e partilhada em sua comunidade</p>
<p>POR IR. ROBERTA PELUSO, OSB</p>
<p>Como um luzeiro no alto de uma montanha, brilha para nós a comunidade dos primeiros cristãos de Jerusalém. Esta comunidade estava apoiada sobre três colunas:</p>
<p>1. A <em>diaconia</em>, vivida no serviço ao próximo e na comunhão de bens, por isso ‘não havia necessitados entre eles’;</p>
<p>2. A <em>liturgia</em>, quando se reuniam para a fração do pão, ou seja, para a Eucaristia, e para a oração;</p>
<p>3. A <em>catequese</em>, quando era transmitido o ensinamento dos Apóstolos (At 2,42-47).</p>
<p>Como fruto da vivência destes três elementos, a Comunidade de Jerusalém era ‘um só coração e uma só alma’ (At 4,32-36), anseio que se tornou o desejo dos cristãos que ao longo dos séculos abraçaram a Vida Religiosa. É a partir destes três aspectos que nasce o que hoje chamamos de <em>carisma</em> de uma Ordem ou Congregação Religiosa. Por meio deles podemos ver ser nossa vida espiritual e nossa atuação está em equilíbrio, tanto em sua dimensão pessoal, quanto comunitária ou paroquial. Podemos balizar o ano que inicia a partir deste tripé que é base de uma comunidade cristã bem formada.</p>
<p> <strong>Comunhão</strong></p>
<p>O saudoso Papa João Paulo II salienta que a Vida Religiosa precisa ter uma “espiritualidade de comunhão”, um “<em>Sentire cum Ecclesia</em>”.  Esta vida de comunhão torna-se um sinal para o mundo e uma força de atração que leva à fé em Cristo. “A comunhão gera comunhão e reveste essencialmente a forma de comunhão missionária”, explica o Papa (<em>Vita Consecrata</em>, 46).</p>
<p>O fruto mais notável dessa “espiritualidade de comunhão” está na colaboração que os religiosos e religiosas dão à Igreja particular, de acordo com seus carismas fundacionais, no âmbito da evangelização, da catequese, da vida das paróquias e das pastorais diocesanas.  Assim, para que a vida e a missão dos consagrados estejam inseridas na Igreja particular e em comunhão com o Bispo, “é necessário criar meios comuns e iniciativas de colaboração que levem a um conhecimento e valorização mútuos e a compartilhar uma missão com todos os chamados a seguir Jesus” (DAp, 218).   </p>
<p> <strong>Testemunho</strong></p>
<p>Outro aspecto da espiritualidade da Vida Religiosa é o que podemos chamar de “espiritualidade de testemunho”. Ela é vivida na prática dos conselhos evangélicos, atualizando o mistério de Cristo na Igreja e no mundo, no tempo e no espaço. Nesse sentido, os votos religiosos são fundamentais, pois além de serem um meio de adquirir a liberdade interior e de atuação necessários para realizar a vocação de ser verdadeiro sinal de Cristo no mundo, configuram o religioso ao Cristo, Ele mesmo casto, pobre e obediente por meio dos votos, a vida religiosa se converte em “testemunha do Deus da vida em uma realidade que relativiza seu valor (obediência), é testemunha de liberdade frente ao mercado e às riquezas que valorizam as pessoas pelo ter (pobreza), e é testemunha de uma entrega no amor radical e livre a Deus e à humanidade frente à erotização e banalização das relações (castidade)” (DAp, 219).</p>
<p><strong> </strong><strong>Exemplo de vida</strong></p>
<p>Atualmente, se percebe que novas formas de Vida Religiosa vêm se juntar às antigas, graças à constante atração que ainda hoje continuam a exercer o ideal da Comunidade de Jerusalém, a doação total ao Cristo e os carismas fundacionais.  </p>
<p>Uma das maneiras de cultivar esta planta foi sugerida na Assembleia dos Religiosos de 2009, que teve por tema “Palavra e Profecia na Vida Religiosa”. A proposta é formar grupos de “leitura orante” tanto entre os religiosos quanto com os leigos, nas comunidades e paróquias, para que Escritura se torne uma fonte da experiência de Deus.</p>
<p><strong>Ir. Roberta Peluso, OSB</strong> é Monja Beneditina do Mosteiro da Santíssima Trindade em Santa Cruz do Sul/RS, Graduada em Letras pela Universidade de Brasília/UnB.</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a href="mailto:msstrindade@viavale.com.br">msstrindade@viavale.com.br</a></p>
<p><strong>Site:</strong> <a href="http://www.mosteirotrindade.com.br/">www.mosteirotrindade.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3483</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Múnus de ensinar</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3465</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3465#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 21:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito Canônico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Eclesial]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3465</guid>
		<description><![CDATA[A formulação do cân. 762 é, de certa forma, bem peculiar: já que se expressa aparentemente em forma exortativa: “os ministros sagrados tenham em grande estima”; estabelece, entretanto, também o caráter jurídico do ministério da pregação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualize o exercício da pregação da Palavra de Deus</p>
<p>POR D. HUGO DA SILVA CAVALCANTE, OSB</p>
<p>A formulação do cân. 762 é, de certa forma, bem peculiar: já que se expressa aparentemente em forma exortativa: “os ministros sagrados tenham em grande estima”; estabelece, entretanto, também o caráter jurídico do ministério da pregação.</p>
<p>Antes de tudo, é um dado teológico o fato de que “o povo de Deus se reúne, em primeiro lugar, pela Palavra do Deus vivo”; desse modo, tal missão jamais poderá deixar de existir na Igreja, e ela cotidianamente consciência de que esse ministério é propriamente necessário como instrumento para reunir e fazer crescer o povo de Deus.</p>
<p>É, pois, por demais legítimo que os homens procurem nos lábios dos ministros sagrados a Palavra de Deus, ou melhor ainda, os fiéis “possuem o direito” de receber deles a Palavra de Deus (cf. cân. 213 // CCEO cân. 16), como bem espiritual de inestimável valor.</p>
<p>“Porque um de seus principais deveres é anunciar a todos o Evangelho de Deus”. No rito da sagrada ordenação, ao diácono, vem entregue o livro do Evangelho para que desse seja ele um anunciador, e reza-se ao Espírito Santo para que o neo-presbítero, em comunhão com o Bispo, ajude a levar a Palavra do Evangelho a todas as nações e a todo o mundo. (cf. os Rituais de Ordenação de Diácono e de Presbítero). Essa norma geral vem, sem dúvida, fundada sob a exclamação de São Paulo: “ai de mim se eu não pregasse o Evangelho!” (1Cor 9, 16), encontrando ainda aplicação em vários casos particulares: dever do pároco de pregar (cf. cân. 767 // CCEO  cân. 614); deveres dos pastores de almas de evangelizar aqueles que pedem os sacramentos (cf. cân. 843, § 2), etc.</p>
<p>Tal pregação deve ser dirigida a todos, como a todos é oferecida a salvação de Cristo. Para fazer isso, é necessário nutrir uma dedicação e uma grande por esse ministério.</p>
<p><strong>Dever da pregação em particular</strong></p>
<p>Tendo como base o cân. 764 (CCEO cân. 610, §§ 2 e 3), fica perceptível que o múnus de pregar, no atual Código, diferentemente do Pio-Beneditino (CIC 1917), não se exprime em termos de faculdade a se obter ou de encargo a receber por parte dos superiores, mas em termos de direito próprio, embora como veremos, com exceções para o desempenho do seu exercício.</p>
<p>Desde o momento da ordenação, sejam os presbíteros, sejam os diáconos, gozam da faculdade de pregar (<em>Pastorale Munus</em> II, 1). Sendo tal faculdade reconhecida a eles pelo Código é, de fato, um direito próprio (“têm a faculdade de pregar em qualquer lugar”).</p>
<p>A extensão dessa faculdade, como regra geral, é para toda a Igreja: esses podem pregar onde se encontram. Entretanto o exercício da faculdade de pregar está sujeito a determinadas condições que são:</p>
<p>a) É sempre pedido o consentimento do reitor da igreja, que pode ser até presumido. A razão dessa disposição é evidente: quem é responsável por um lugar sagrado e, portanto, também de uma igreja deve também fazer de modo que nessa a Palavra de Deus venha anunciada integralmente e em modo conveniente (cânn. 528, § 1; 561 // CCEO cânn. 229, § 1; 308);</p>
<p>b) Tratando-se de pregar nas igrejas de religiosos ou religiosas, de direito pontifício ou diocesano, clericais ou laicas (religiosos) é requerida a licença do superior competente (cf. cân. 765 // CCEO cân. 612);</p>
<p>c) O consentimento do reitor da igreja pode não ser suficiente, se se encontram uma ou as duas seguintes circunstâncias:</p>
<p>I – Ordinário (Hierarca) competente pode limitar a faculdade em determinados lugares, categorias de pessoas, circunstâncias de tempo, ou mesmo, subtrair totalmente a faculdade de pregar a um determinado presbítero ou diácono. O Ordinário (Hierarca) competente, no caso pode ser: o Ordinário (Hierarca) religioso, o Ordinário (Hierarca) do próprio pregador e o Ordinário (Hierarca) do lugar no qual o ministro pretende pregar.</p>
<p>II – Em qualquer diocese (eparquia) ou no âmbito de competência de uma determinada conferência episcopal, pode ser emanada, mediante determinada lei particular, a disposição, segundo a qual, para poder pregar, os diáconos ou também os presbíteros tenham necessidade da licença expressa do Ordinário do lugar (tal lei existe, por exemplo em Roma). Embora sejam pedidas razões sérias para fazer isso, pois trata-se de limitar um direito, é necessário ter em consideração o direito e o dever do Bispo diocesano (Eparca) de ditar normas no que concerne o exercício da pregação (cf. cân. 772, § 1 // CCEO cân. 609). As leis particulares restritivas poderiam ter essa finalidade. O cân. 613 do CCEO, com paralelo ausente expressamente no CIC prevê o recurso ao Hierarca que proíbe de pregar.</p>
<p>NB: Com normas ainda mais pormenorizadas o CCEO nos cânn. 607-614, que estão contidos no Título 15 (Do Magistério Eclesiástico) no Capítulo II trata do ministério da palavra e no Artigo I da pregação da Palavra de Deus, trata dessa matéria.</p>
<p><strong>D. Hugo da Silva Cavalcante, OSB</strong> é Doutorando em Direito Canônico pela Lateranense em Roma, Sócio da SBC, da APC, Vigário Judicial do Tribunal Interdiocesano de Uberaba/MG, Consultor Canônico da Revista Paróquias &amp; Casas Religiosas. Autor dos livros “Introdução ao Estudo do Código de Cânones das Igrejas Orientais”, Edições Loyola; “Os Conselhos Paroquiais”, pela DLL <em>Book’s</em>, dentre outros.</p>
<p><strong>Contato: </strong>hugonis@infosbc.org.br<em></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3465</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Igreja e a nova evangelização</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3453</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3453#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 21:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3453</guid>
		<description><![CDATA[Em 2012 é o ano Jubilar: nele se celebram 50 anos da abertura do maior acontecimento na História da Igreja Católica do século XX, o Concílio Ecumênico Vaticano II, inaugurado em 11/10/1962 pelo Papa João XXIII e encerrado em 08/12/1965 pelo Papa Paulo VI.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A Igreja Católica não é um museu de arqueologia. Ela é como a antiga fonte do vilarejo que dá água às gerações do hoje, como a deu àquelas do passado”, Papa João XXIII. (13/12/1960).</p>
<p><strong>POR PE. INÁCIO JOSÉ DO VALE</strong></p>
<p>  Em 2012 é o ano Jubilar: nele se celebram 50 anos da abertura do maior acontecimento na História da Igreja Católica do século XX, o Concílio Ecumênico Vaticano II, inaugurado em 11/10/1962 pelo Papa João XXIII e encerrado em 08/12/1965 pelo Papa Paulo VI.</p>
<p>  <em>AGGIORNAMENTO</em>, isto é, atualização, foi à palavra-chave e fundamental do Concílio. O Papa João XXIII sabia da necessidade de “<em>AGGIORNARE LA CHIESA</em>”, isto é, “atualizar e renovar a Santa Madre Igreja”. No Concílio tudo estava conectado: A Era Primaveril, Novo Pentecostes e Abissais Caminhos de Renovação&#8230;</p>
<p>  Durante a celebração Eucarística presidida para participantes do encontro “Novos Evangelizadores para a Nova Evangelização – A Palavra de Deus cresce e se multiplica”, realizado pelo Pontifício Conselho para Nova Evangelização, no dia 16 de outubro de 2011, o Papa Bento XVI anunciou o <strong>Ano da Fé</strong>.</p>
<p>“Queridos irmãos e irmãs, vocês são os protagonistas da Nova Evangelização que a Igreja iniciou e leva avante, não sem dificuldade, mas com o mesmo entusiasmo dos primeiros cristãos”, afirmou Bento XVI.</p>
<p>Tudo na Igreja de Cristo pela sarça do Espírito Santo é novo, renovado, avivado e reavivado. <em>O AGGIORNAMENTO</em> está fundamentado na misericórdia de Deus que se renovam todas as manhãs (Lm 3,22.23). E no seu amor zeloso que realiza todas as coisas (Is 9,6).</p>
<p>A sarça arde em todo o nosso ser pelo amor de Deus que foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo (Rm 5,5).</p>
<p>Para o coração que arde de amor e da Palavra de Cristo (Lc 24,32), tudo é novo, sempre renovado para Nova Evangelização.</p>
<p><strong>EM CRISTO TUDO É NOVO</strong></p>
<p>Tudo que é novo começo com Jesus. Ele é o fundamento da Boa Nova e da Igreja (Ef 2,20.21).</p>
<ol>
<li>Só ele é a Nova e Eterna Aliança (Mt 26,28).</li>
<li>Só ele pode conceber o novo nascimento (Jo 3,1-13; 10,28.30).</li>
<li>Só em Cristo somos novas criaturas e tudo se faz novo (2 Cor 5,17).</li>
<li>Só em Cristo somos pedras vivas (1 Pd 2,5).</li>
<li>Só em Cristo receberemos uma pedrinha branca com novo nome (Ap 2,17).</li>
<li>Só Jesus faz novas todas às coisas (Ap 21.5).</li>
</ol>
<p>Em Cristo somos revestidos do novo e que se renova para o conhecimento segundo a imagem do Criador (Cl 3,10).</p>
<p>Tudo na Igreja é novo e se renova para Nova Evangelização. Vejamos:</p>
<ul>
<li>A Sagrada Escritura a Sagrada Tradição e o Sagrado Magistério.</li>
<li>O Pastoral Concílio Vaticano II.</li>
<li>O Catecismo da Igreja Católica.</li>
<li>Movimentos Carismáticos.</li>
<li>Movimentos Eclesiais Paroquiais.</li>
<li>Fraternidades Sacerdotais.</li>
<li>Novas Comunidades de Vida e Aliança.</li>
<li>A Mídia Católica.</li>
<li>A Música Católica.</li>
<li>Documento de Aparecida.</li>
<li>Os Mártires Contemporâneos.</li>
<li>Beato João Paulo II.</li>
<li>O Ano da Fé.</li>
</ul>
<p><strong>TRÊS MULHERES</strong></p>
<p>            Três grandes e santas mulheres no século XX viveram o Novo Pentecostes e deixaram para nós um legado em prol da Nova Evangelização. São elas:</p>
<ol>
<li><strong>Elena Guerra</strong>. Vida e obra na propagação das maravilhas renovadas do Espírito Santo. É considerada a Apóstola do Espírito Santo. Fundadora da Congregação Oblatas do Espírito Santo.</li>
<li><strong>Marthe Robin</strong>. Vida e obra na mística Eucarística. Viveu mais 50 anos se alimentando somente da Eucaristia. Fundou a Casa de Retiros Foyer de Charité.</li>
<li><strong>Madre Teresa de Calcutá</strong>. Vida e obra na caridade pela causa dos mais pobres. Fundadora da Congregação Missionárias da Caridade.</li>
</ol>
<p>O Papa João Paulo II, na encíclica Redemptaris Missio, nº 42, escreve de forma magistral: “O homem contemporâneo acredita mais nas testemunhas do que nos mestres, mais na experiência do que na doutrina, mais na vida e nos fatos do que nas teorias”.</p>
<p>É na experiência do poder do Espírito Santo que recebemos a capacitação para testemunhar as maravilhas do Reino de Deus. Somos despertados de forma abissal para proclamar com tudo o que temos e o que somos a libertação em nome de Jesus de Nazaré.</p>
<p>Não vivemos de teatros, de encenação, de personagem televisiva, da virtualidade infernal, de Folia de Reis e da intectualidade meramente humana, vivemos sim, da profunda fornalha da experiência contínua de Pentecostes.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>A obra do Espírito Santo na Igreja é não deixar jamais o fogo pentecostal se apagar.</p>
<p>Por graça do Senhor Jesus, pelo amor do bom Deus e pela comunhão do Espírito Santo, somos brasas vivas, fogo incendiário e holocausto até a volta de Jesus Cristo.</p>
<p>Na Igreja de Cristo tudo é aceso. A sarça queima sem fim. É o combustão que parte sempre de Novos Pentecostes. A obra do Paráclito é criativa, sábia, renovada, profunda, salutar e consistente.</p>
<p>As labaredas provindas dos dons são graças, virtudes de uma nova vida em Cristo. Tal vida é a luz que testemunha num mundo escuro de cultura de morte a vida abundante.</p>
<p>Com as ferramentas do Espírito Santo, somos capazes de enfrentar novos desafios e com ardor realizar a tarefa da Nova Evangelização.</p>
<p>A partir de Pentecostes, a Igreja torna-se forno, o Espírito Santo é o fogo e nós somos bem cozidos como alimento para saciar a fome da humanidade.</p>
<p><strong>Pe. Inácio José do Vale</strong> é Professor de História da Igreja, Especialista em Ciência Social da Religião, Pregador de Retiros Espirituais</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:pe.inaciojose.osbm@hotmail.com">pe.inaciojose.osbm@hotmail.com</a></p>
<p>E-mail: <a href="mailto:pe.inacio.jose@hotmail.com">pe.inacio.jose@hotmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3453</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dia internacional da mulher</title>
		<link>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3441</link>
		<comments>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3441#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 12:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?p=3441</guid>
		<description><![CDATA[Nos últimos séculos, as mulheres vêm se destacando e se tornaram responsáveis por muitas transformações ocorridas na sociedade. São cada vez mais numerosas na educação, na política, na cultura, no esporte, na economia e na vida da Igreja. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma história de lutas e conquistas</p>
<p>POR<strong> </strong>ROSEMAY DE ROSS</p>
<p>         Ao longo da história da humanidade a discriminação e o preconceito contra as mulheres sempre esteve presente. Elas eram (e muitas ainda são) submetidas a viverem dependentes e debaixo do jugo dos homens sofrendo agressões físicas, morais e psicológicas, ameaças sexuais e violência econômica.</p>
<p>         A data de 08 de março de 1857 foi um marco na vida das mulheres. Na ocasião, um grande número de operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque, cansadas de sofrerem discriminações e preconceitos se uniram para reivindicar maior respeito aos seus direitos, ao seu trabalho e à sua vida. A forma que encontraram para manifestar o descontentamento que sentiam foi fazendo greve e dentre as muitas reivindicações que fizeram, podemos destacar:  diminuição da carga horária de trabalho de dezesseis para dez horas diárias; equiparação salarial entre homens e mulheres, uma vez que chegavam a receber até um terço do salário de um homem para fazer o mesmo tipo de trabalho e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com muita violência e as mulheres grevistas foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Neste ato totalmente desumano, morreram carbonizadas cerca de cento e trinta tecelãs.</p>
<p>         Durante uma conferência na Dinamarca em 1910, ficou decidido que o dia 8 de março passaria a ser o &#8220;Dia Internacional da Mulher&#8221;, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857.</p>
<p>         No ano de 1975, a ONU (Organização das Nações Unidas) oficializou a data através de um decreto e de lá para cá, passaram a ser realizadas conferências, debates e reuniões no dia 08 de Março na maioria dos países, com o objetivo de discutir o papel da mulher na sociedade atual e num esforço conjunto tentar diminuir e quem sabe extinguir o preconceito e a desvalorização da mulher no mundo.</p>
<p>         No Brasil, durante o governo do presidente Getúlio Vargas as coisas começaram a tomar um novo rumo. No dia 24 de fevereiro de 1932 foi instituído o voto feminino. As mulheres brasileiras conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.</p>
<p>         No dia 7 de agosto de 2006 foi sancionada pelo ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva a lei Maria da Penha, como resultado da grande luta pelos direitos da mulher, garantindo bons tratos dentro de casa, para que não sejam mais maltratadas e espancadas por seus maridos ou companheiros. Com esta lei, o Brasil passou a coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>         Nos últimos séculos, as mulheres vêm se destacando e se tornaram responsáveis por muitas transformações ocorridas na sociedade. São cada vez mais numerosas na educação, na política, na cultura, no esporte, na economia e na vida da Igreja. Apesar de muitos considerarem as mulheres como sexo frágil e acharem que o lugar delas é no fogão , a mulher tem se mostrado forte e esta cada vez mais preparada para ocupar cargos que até bem pouco tempo eram exclusivos dos homens, demonstram firmeza na tomada de decisões e encaram os desafios do mercado de trabalho com convicção e vontade de vencer. Mesmo dedicando-se cada vez mais ao trabalho fora de casa, consegue conciliar e administrar as questões familiares, profissionais e sociais com esmero.</p>
<p>         Mesmo em meio a esse processo de conquistas e transformações, as mulheres não deixaram de cultivar seu lado de esposa, mãe e dona-de-casa. São femininas, delicadas, sonhadoras, charmosas, batalhadoras, guerreiras e sensíveis&#8230; enfim , são mulheres!</p>
<p>Parabéns Mulher!</p>
<p><strong>Rosemary de Ross</strong> é formada em Letras e cursou Teologia para Leigos.Reside em Pato Branco – Paraná. Impelida pelo desejo de evangelizar por meio da linguagem escrita, elaborou estes dois livros e por meio de suas mensagens, espera ajudar as pessoas a reencontrarem a paz , a alegria e a  esperança. Livros: “Uma mensagem por dia, o ano todo” (Paulinas Editora) e “Mensagens e orações para diversas situações do dia a dia” (Paulinas Editora).É colaboradora de diversos sites, blogs, jornais e revistas do país.</p>
<p>Contato: rose.ross@brturbo.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://revistaparoquias1.hospedagemdesites.ws/?feed=rss2&amp;p=3441</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

